segunda-feira, 6 de abril de 2009

Justiça ou injustiça?

Já tinha escrito aqui que alteração do modo de definição de como se daria a escolha dos vencedores do Estandarte de Ouro poderia cometer injustiças. Dos oito quesitos que se tornam públicos no dia da apuração em três deles não ocorreu coincidência entre as notas máximas e a escolha do júri do estandarte. E três em oito é muito ruim. Vamos lá:

*Samba-enredo: União da Vila do IAPI a vencedora. Escolas que receberam 10 de todos os jurados: Imperadores e Imperatriz.
*Mestre-sala e Porta-bandeira: Império da Zona Norte (os excelentes Alexandre e Isabel), porém os dois únicos que receberam 10 de todos os jurados foram os casais de Bambas e Vila Isabel.
*Alegorias: União da Vila do IAPI a vencedora. Nota máxima durante os desfiles; Imperadores e Imperatriz.

Isso não é uma critica aos vencedores, pois eles não são os responsáveis por terem sido premiados por merecimento. A AECPARS junto com os presidentes das escolas fizeram a opção de jogar o bebê fora depois dos vários empates do ano passado. Não seria mais lógico definir um critério claro e objetivo para o desempate ao invés de mudar o formato, para um que na minha modesta opinião é uma cópia péssima do modelo carioca? Parabenizo os vencedores por seus méritos e lamento pela AECPARS e seus presidentes que transformaram o carnaval de 2009 em algo para se esquecer em termos administrativos.

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