sábado, 3 de maio de 2014

Dinheiro público não é brincadeira

Após ler tópico no Setor 1, me parece mais que urgente a interferência da Prefeitura de Porto Alegre e do Ministério Público neste assunto. Esta situação parece uma repetição da tentativa ocorrida algum tempo atrás quando as escolas que hoje estão na LIESPA tentaram após sua saída da AECPARS de tomar o controle de outra entidade, escrevei sobre este assunto em agosto de 2012. Eleição sem edital de convocação em jornal de grande circulação e visibilidade, sem a convocação de todas as entidades filiadas a UECGAPAUnião das Entidades Carnavalescas do Grupo de Acesso de Porto Alegre, mandato da atual diretoria em vigor, prestação de contas em aberto para ser gentil são as irregularidades apontadas e as pessoas que lideram este movimento falando em administração profissional? Na minha opinião este movimento parece todo planejado com um único objetivo, buscar o fim da AECPARS, para que no futuro volte o controle a apenas uma entidade que estaria pronta para "salvar o carnaval". As reclamações do pós-carnaval da Praiana pelo resultado do grupo A em 2014, me pareceram muito similares as das escolas do grupo especial após o resultado do carnaval de  2013. Lembrando que a Praiana que foi rebaixada e permaneceu rebaixada na gestão de seu atual presidente, foi a terceira colocada do Grupo A, a vice-campeãs foi a Unidos do Capão. Algumas perguntas:

Por que o presidente de uma escola filiada a LIESPA e em atividade foi escolhido ou se escolheu para ser o "líder" desta "revolta"?
O presidente "eleito" da UECGAPA (na eleição contestada) será responsável pela prestação de contas da gestão anterior?
Por que a necessidade de acabar com a AECPARS que foi a gestora do carnaval de Porto Alegre que tem 54 anos, para colocar no lugar entidades que foram criadas para atender a necessidade de mando de alguns que se acham "donos" do evento?

Se existem problemas na AECPARS eles deveriam ser resolvidos dentro da entidade, convocasse uma assembleia, uma nova eleição, se propõe mudanças na forma de gestão. Ou será que o objetivo é apenas acabar com a entidade. Com a palavra o Ministério Público e a Prefeitura de Porto Alegre, tem dinheiro público envolvido e esta bagunça tem que ser resolvida.

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